Jornal Com Distribuição Mensal nas Zonas Norte (Tijuca - Vila Isabel - Grajaú - Andaraí) e Sul (Botafogo - Urca - Humaitá) do Rio de Janeiro
 
 
 home / página incial
 siga o correio carioca no twitter
 correio carioca no facebook
 
SEXUALIDADE: DRIBLAR A ROTINA

 

Se no início tudo o que vocês buscavam era um canto para fazer de cama, com o passar do tempo ela pode deixar de ser um atrativo sexual e voltar a ser o lugar de dormir e só. É quando as relações ficam rarefeitas e servem somente para saciar o desejo. O que aconteceu se antes vocês não eram assim? Pode parecer um paradoxo, mas quanto mais tempo se tem com o outro, menos se gasta com o sexo.


Lá no início, vive-se um tempo de descobertas, de carinho, de conhecimento. Os parceiros buscam ser atraentes para o outro, fica mais fácil acender o fogo. Mas quando a conquista está garantida e entende-se que já se conhece as preferências alheias, o casal entra numa sexualidade puramente mecânica. É inevitável que a rotina chegue, mas ela não precisa ser uma visita negativa tendoa decadência sexual o único caminho. Até por que, ainda que mais serena, as relações sexuais podem ser divertidas e prazerosas. Acontece que muitos ainda usam a frequência sexual como um termômetro. Então, saiba que a cobrança pode prejudicar a relação entre os lençois. Ainda que estejam transando menos, isso não significa que o amor tenha chegado ao fim. E usar isso como critério é reduzir o relacionamento ao sexo.


Claro que não é necessário haver uma frequência frenética, até por que o que conta é a qualidade. A natureza do relacionamento pode ser tranquila e, então, meu caro, nada de invejar o leão. É preciso entender que se tivermos investimento para isso, o passar do tempo não faz com que a libido abaixe. pode estar presente mas não precisa culminar na explosão sexual de antigamente. Estamos entendidos?


Use a criatividade e a imaginação a seu favor, mas varie aos poucos. Nada de assustar o outro para que o tiro não saia pela culatra. Até por que surpresas todos os dias perdem a graça e deixam de ser surpresas. Como equilibrar novidade e rotina? O bom senso deve ser o responsável por tal resposta. Use com moderação para não tornar um hábito. E relaxe: é inevitável que as repetições ocorram.


Dra. Ana Paula Veiga





 
 
« veja matérias sobre o Rio de Janeiro, Esportes, Turismo, Saúde entre outros temas.
 
 
 
 
© Correio Carioca   -   Expediente   -   Política de Privacidade   -   Anuncie   -  Fale Conosco  
" />